
O senador Otto Alencar (PSD) defendeu, neste domingo (16), em Irecê, a formação da chapa governista para as eleições de 2026 na Bahia. Durante o primeiro comício da campanha do governador Jerônimo Rodrigues (PT), Otto destacou a composição que reúne Jerônimo na disputa pelo governo e Jaques Wagner e Rui Costa como candidatos ao Senado, além dos deputados dos partidos que integram a base aliada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado.
Ao falar para lideranças políticas e apoiadores, Otto afirmou que a composição foi construída com a participação e aprovação dos partidos que integram a aliança. O senador também rebateu questionamentos sobre a formação da chapa e destacou a participação do PSD nas decisões do grupo.
“E agora há pouco me perguntaram como pode fazer a chapa do 13 com Lula, Jerônimo, Wagner e Rui. Pode sim, até porque é uma decisão de todos os outros partidos que aprovam essa aliança, inclusive o meu partido, o PSD”, afirmou.
Otto também relembrou as articulações para as eleições de 2022, quando, segundo ele, foi convidado por Rui Costa, Jaques Wagner, Lula e Jerônimo Rodrigues para disputar o governo da Bahia. O senador explicou que não aceitou a candidatura naquele momento por questões relacionadas à sua condição física após ter enfrentado a Covid-19.
“Em 2022, Rui, Wagner, Lula, Jerônimo me convidaram para ser candidato a governador e eu não tinha condição física na época, saí da Covid-19, que eu combati no Senado e não podia assumir essa posição”, relatou.
Durante o discurso em Irecê, Otto voltou a abordar as conversas internas que antecederam a definição da chapa de 2022 e afirmou que não houve, naquele processo, disputa por interesses pessoais.
“Portanto, naquele momento, era eu candidato a governador. Não teve ganância absolutamente nenhuma. Podia dar a candidatura a mim, porque o povo dá a candidatura e o grupo dá a candidatura quem merece confiança”, completou.
O ato em Irecê marcou a primeira grande mobilização da campanha de Jerônimo Rodrigues e dos candidatos do PT ao Senado na Bahia, reunindo integrantes da base governista e candidatos aos cargos proporcionais dos partidos aliados.






