
O Ministério Público Federal (MPF) na Bahia cobrou esclarecimentos da Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia (UFBA) sobre supostas irregularidades na condução do curso de Medicina. A instituição é questionada por oferecer número insuficiente de vagas em disciplinas obrigatórias, fracionar semestres de forma indevida e adotar critérios de matrícula considerados excludentes e contraditórios.
Em ofício reiterado no dia 12 de setembro de 2025, o procurador da República Edson Abdon Peixoto Filho concedeu um prazo adicional de 15 dias para que a direção da faculdade apresente uma resposta oficial. O pedido reforça uma solicitação anterior, feita em 14 de agosto, que não foi atendida no prazo inicial de 10 dias. A manifestação deve ser enviada exclusivamente pelo sistema eletrônico do MPF.
A apuração teve início a partir de uma representação feita por um estudante, que denunciou dificuldades recorrentes na matrícula em disciplinas essenciais para a formação médica. Segundo o documento, o problema é de natureza estrutural e teria sido reconhecido por professores e pela própria direção da unidade.





