
A Seleção Brasileira defenderá neste sábado (6) o retrospecto de 100% de aproveitamento em duelos contra o Egito, rival na partida marcada para as 19h (de Brasília), no Huntington Bank Field, em Cleveland, nos Estados Unidos. Em seis jogos, a Amarelinha obteve seis vitórias, com 18 gols marcados e quatro sofridos.
De todos os embates com os egípcios ao longo da história, o confronto desta noite é um dos mais importantes: trata-se do último compromisso do Brasil antes da estreia na Copa do Mundo. No próximo sábado (13), a equipe comandada pelo técnico Carlo Ancelotti encara o Marrocos, às 19h (de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, pela primeira rodada do Mundial.
Diante da sétima partida com os brasileiros, Egito se juntará a Camarões como o adversário africano que o Brasil mais enfrentou na história. Atrás da dupla, estarão, em número de enfrentamentos: África do Sul e Gana (5), Argélia (4), Tunísia, Senegal e Marrocos (3); Nigéria (2); Zaire, Zimbábue, Tanzânia, Costa do Marfim, Gabão, Zâmbia e Guiné (1).
Brasil e Egito estiveram frente a frente pela última vez em 14 de novembro de 2011, no Estádio Al-Rayyan, na cidade catari de Al-Rayyan, onde o centroavante Jonas foi decisivo com dois gols na vitória por 2 a 0.
Dentre os atletas chamados por Ancelotti, o lateral-esquerdo Alex Sandro é o único remanescente deste jogo. À época jogador do Porto, de Portugal, o defensor estava em sua primeira convocação pela Amarelinha e estreou quatro dias antes, no triunfo por 2 a 0 sobre o Gabão, no Estádio de Angondjé, localizado na capital gabonesa, Libreville.
A Seleção iniciou sua trajetória rumo ao título da Copa das Confederações de 2009 com uma difícil vitória sobre o Egito, por 4 a 3. No Estádio Free State, em Bloemfontein, em 15 de junho, o Brasil vencia por 3 a 1 até o início do segundo tempo – gols de Kaká, Luís Fabiano e Juan – e viu os egípcios empatarem com dois tentos rápidos nos minutos oito e nove. Mas, aos 45 minutos da etapa final, Kaká converteu pênalti e garantiu os três pontos.
Na sequência, a Amarelinha ganhou de Estados Unidos e Itália, ambos por 3 a 0, e fechou a primeira fase com três resultados positivos. Na semifinal, eliminou os donos da casa, a África do Sul, por 1 a 0. Na decisão, voltou a derrotar os Estados Unidos, naquela oportunidade por 3 a 2, e se sagrou campeão do torneio pela terceira vez.





