Frei Cristóvão Lima destaca legado de Itajay Pedra Branca no rádio feirense

Reginaldo JúniorDestaquesFeira de Santana23 horas atrás22 Pontos de vista

O legado de Itajay Pedra Branca para o rádio de Feira de Santana e da Bahia foi tema de uma emocionante reflexão feita por Frei Cristóvão Lima, superintendente da Fundação Santo Antônio, entidade responsável pelas rádios Sociedade News FM e Princesa FM. Em entrevista ao programa Bom Dia Feira, Frei Cristóvão ressaltou a trajetória, a missão e a importância histórica de Itajay, especialmente por sua longa e marcante passagem pelas emissoras ligadas à Sociedade de Feira de Santana.

Logo no início de sua fala, Frei Cristóvão manifestou solidariedade cristã à família de Itajay Pedra Branca, lembrando que esteve ao lado do radialista nos seus últimos dias. Segundo ele, o sentimento que fica é de oração, gratidão e reconhecimento por tudo o que Itajay representou para a comunicação. “As rádios da Sociedade, a Princesa FM e os Rádios Capuchinhos guardam lembranças indeléveis de um grande profissional, que foi fundamental para a comunicação da Bahia e do Brasil”, afirmou.

Para o superintendente da Fundação Santo Antônio, a vida de Itajay foi marcada por propósito e missão. Frei Cristóvão destacou que o comunicador cumpriu plenamente o seu papel, não apenas como profissional, mas como ser humano, tornando-se inspiração para várias gerações. “Legado é inspirar os outros, é levar as pessoas a fazer com profissionalismo, excelência e competência aquilo em que acreditam”, pontuou.

Durante a entrevista, Frei Cristóvão também contextualizou a importância histórica de Itajay Pedra Branca ao lembrar das dificuldades enfrentadas pelo rádio desde os anos 1960. Ele ressaltou que Itajay foi um verdadeiro desbravador da comunicação, atuando em um período em que não havia os recursos tecnológicos disponíveis hoje. “Ele foi autor da própria história. Desbravar o rádio naquela época exigia coragem, ousadia e criatividade. Isso é para poucos”, destacou.

Ao falar sobre o papel dos Frades Capuchinhos na comunicação do interior da Bahia, Frei Cristóvão relembrou que a Rádio Sociedade de Feira de Santana, fundada em 1948, foi adquirida pelos Capuchinhos em 1960. A partir daí, a ordem religiosa passou a investir fortemente na comunicação radiofônica em várias cidades baianas. Nesse contexto, Itajay Pedra Branca acompanhou e fez parte desse processo histórico, contribuindo diretamente para o fortalecimento do rádio feirense.

Segundo Frei Cristóvão, mais importante do que a estrutura física das emissoras é a equipe que dá vida ao rádio. Ele ressaltou que Itajay simboliza esse espírito coletivo que construiu a credibilidade e a relevância das rádios da Sociedade. “A alma das emissoras é a equipe. E Itajay, com mais de 50 anos dedicados à comunicação, grande parte deles na Rádio Sociedade, faz parte desse maior legado”, afirmou.

Ao final, Frei Cristóvão fez uma reflexão sobre fé, eternidade e o bem realizado ao longo da vida. Para ele, o céu começa a ser construído ainda na terra, por meio das ações e do impacto positivo gerado nas pessoas. “É impossível mensurar o bem que Itajay fez, quantas famílias alcançou, quantas alegrias proporcionou. Mas Deus recompensa todo bem feito, até aquele que ninguém vê. Com certeza, Itajay está em um lugar merecido, pelo bem que realizou aqui”, concluiu.

A fala de Frei Cristóvão Lima reforça a dimensão histórica, humana e espiritual do legado de Itajay Pedra Branca, um nome que permanece vivo na memória do rádio feirense e na história da comunicação da Bahia.

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