Justiça não consegue intimar diretora do Me Too em ação movida por Silvio Almeida

André DascaJustiça1 ano atrás63 Pontos de vista

Um oficial de justiça afirmou não ter conseguido entregar uma notificação à presidente do Me Too Brasil, Marina Ganzarolli, para que preste esclarecimentos em ação movida pelo ex-ministro de Direitos Humanos Silvio Almeida contra a organização por denúncias de casos de assédio sexual que teriam sido praticados por ele. A informação é da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo.

Na interpelação judicial, o ex-ministro cita a reportagem do Portal Metrópoles sobre as acusações de assédio contra si e que incluiriam a ministra Anielle Franco (Igualdade Racial). Também menciona nota oficial divulgada pelo movimento na qual o Me Too Brasil diz confirmar, “com o consentimento das vítimas, que recebeu denúncias de assédio sexual contra o ministro Silvio Almeida, dos Direitos Humanos.”

A ação do ex-ministro foi protocolada em 5 de setembro do ano passado, mesmo dia em que a postagem do Metrópoles foi ao ar.

Procurado pela coluna, o Me Too Brasil afirmou que o endereço ao qual o oficial foi está correto e que, segundo o zelador do prédio, nenhuma intimação teria chegado à entidade até o momento. O endereço, segundo a organização, é o mesmo que a Polícia Federal usou para se comunicar com o Me Too Brasil.

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