e segunda instância no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) e cabe recurso, segundo coluna da Folha de São Paulo. O motorista relatava que não havia cometido qualquer crime, mas a sua imagem foi exibida no programa após uma passageira registrar um boletim de ocorrência na Polícia Civil de São Paulo. Ela havia se assustado quando, no início da corrida, o condutor fechou os vidros, abriu um frasco, e passou gel nas mãos. Achando que seria dopada, a mulher gritou e saiu correndo do carro. Uma perícia concluiu posteriormente que o líquido, que a passageira imaginava ser algum produto químico capaz de sedá-la, era álcool em gel. A investigação foi arquivada e ele inocentado. Em defesa, Sikêra disse que não cometeu nenhuma ilicitude e afirmou que não citou o nome do motorista e fez apenas comentários genéricos. “Tudo foi feito com ética”, diz sua defesa na ação. À Justiça, a RedeTV! informou não ter responsabilidade sobre o ocorrido, uma vez que o programa era feito por uma produtora independente. No caso, a TV A Crítica de Manaus, onde Sikêra está até hoje.
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