
O trecho da BR-324 afetado pelo surgimento de um buraco, em Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), foi totalmente fechado na noite desta terça-feira (3), para as obras de reparo.
A informação foi divulgada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). O sentido afetado é Feira de Santana — Salvador. Os carros que já estavam no congestionamento para passar pelo local foram desviados por uma pista ao lado do acesso ao ponto afetado.
Os demais motoristas devem seguir outras rotas alternativas. Em nota, a PRF destacou duas possibilidades. São elas:
Vale destacar que, no sentido Salvador–Feira de Santana, o tráfego segue normalmente, sem restrições.
Em nota, a o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informou que o fechamento da via é necessário para a execução do reparo. A previsão é de que até o final de semana os serviços sejam finalizados no local.
O órgão orientou os motoristas a redobrarem a atenção, respeitarem a sinalização implantada e seguirem as orientações das equipes que atuam na operação do tráfego.
O buraco começou a afetar o trânsito na região na segunda-feira (2), quanfo foi iniciada uma interdição parcial da rodovia. A intervenção seguiu até o início da noite desta terça.
Pela manhã e à tarde, o buraco provocou uma enorme fila de caminhões na rodovia. O congestionamento chegou a 30 km ao longo do dia.
O DNIT atribuiu a ocorrência a um processo erosivo no aterro de acesso ao viaduto. Segundo o departamento, as fortes chuvas registradas na região na semana passada, associadas à obstrução de um dispositivo de drenagem, contribuíram para o problema.
O local da ocorrência fica próximo ao trecho onde uma grande cratera se abriu em julho deste ano. Apesar da proximidade, o DNIT descartou relação entre os dois problemas.
Na ocasião, foram necessárias cerca de duas semanas de intervenções para recuperar a área. Em agosto, o departamento decretou situação de emergência no trecho para viabilizar a contratação de uma obra emergencial e solucionar o problema de forma definitiva.
Na época, o órgão apontou que a primeira cratera havia sido provocada pela circulação de água em um aterro. Cerca de três meses depois, no entanto, a contratação da obra ainda não havia sido concluída.
Com informações do G1






