
Durante coletiva de imprensa realizada na tarde desta terça-feira, dia 2, a defesa do empresário Oyama Figueiredo afirmou que o caso ainda está em fase inicial e que é prematuro qualquer juízo de culpa. Os advogados sustentam que não foi encontrada nenhuma ilegalidade durante as buscas realizadas, nem documentos ilícitos ou armas, e destacam que Oyama e seus familiares colaboraram integralmente com as autoridades desde o início das investigações.
A defesa também afirmou que as interceptações telefônicas e os materiais analisados até o momento indicam apenas atividades empresariais regulares, sem indícios de prática criminosa. Os advogados criticaram a prisão temporária, alegando tratamento desigual em relação a outros investigados em situação semelhante, o que, segundo eles, viola o princípio constitucional da isonomia, e defenderam a aplicação de medidas cautelares alternativas à prisão, previstas na legislação.
A Justiça prorrogou a prisão temporária de Oyama Figueiredo e de outros seis investigados na Operação Sinete por mais cinco dias. A decisão foi tomada pela juíza Sebastiana Costa Bomfim, que considerou a medida necessária para a continuidade das investigações, diante da complexidade do material apreendido e do risco de destruição de provas, comunicação entre os investigados e possível rearticulação do grupo investigado.
As informações são do reporter Everton Júnior / Bom Dia Feira





