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Presidente de associação de tratamento médico com maconha é preso suspeito de venda da substância para ‘vape’ na Bahia

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O presidente de uma associação de tratamento médico com uso da maconha foi preso na quinta-feira (28), após se apresentar na sede do Departamento Especializado de Repressão ao Narcotráfico (Denarc), em Salvador,

acompanhado de um advogado. Ele é suspeito de participar de um esquema que vendia a substância para uso em cigarros eletrônicos, mais conhecidos como “vape”.

Segundo a Polícia Civil, as investigações apontam que o homem, que não teve a identidade revelada, falsificou documentos para comprar derivados da Cannabis de forma irregular.

O suspeito estava com um mandado de prisão preventiva em aberto desde quinta-feira (20) e era considerado foragido.

dois envolvidos no esquema foram presos no dia 10 de março, durante a “Operação Salvo Conduto”, no Corredor da Vitória, área nobre de Salvador, e em São Paulo. Eles permanecem à disposição da Justiça.

Polícia prende suspeitos de vender maconha líquida em Salvador

O homem preso na capital baiana é um empresário identificado como Vitor Lobo. Segundo apurou a TV Bahia, ele tem uma empresa autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a comercializar maconha líquida para fins medicinais. No entanto, o material era usado de forma ilegal, como refil de “vapes”.

O terceiro envolvido teve mandado de prisão cumprido no sistema prisional, onde já respondia por tráfico de drogas e armas.
 

Vape – os  riscos mortais do cigarro eletrônico

O homem preso na capital baiana foi identificado como Vitor Lobo. 

As investigações começaram em outubro de 2024. Ao todo, 27 mandados de busca e apreensão foram cumpridos, sendo 21 em Salvador, dois no Paraná e um em São Paulo.

A polícia informou que as equipes do Departamento Especializado de Repressão ao Narcotráfico (Denarc) apreenderam maconha líquida, cigarros eletrônicos e outros materiais ilícitos. O material será periciado.

O inquérito está sendo conduzido pela Polícia Civil da Bahia (PC-BA), mas ao final das apurações, o caso será encaminhado à Justiça Federal, conforme solicitação do Ministério Público Federal (MPF).

 

Informações G1 

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