Mãe cobra celeridade na conclusão de inquérito sobre morte de Marcelinho; caso completa quatro meses

A família do jovem acusa a polícia pela abordagem que resultou em morte. Já a polícia diz que houve perseguição e troca de tiros

Foto: Divulgação

Nesta segunda-feira, 1º de agosto, completam quatro meses da morte de Marcelo Felipe Guerra dos Santos Rocha, de 18 anos, morto a tiros, em abril, na avenida Presidente Dutra, em Feira de Santana.

A família do jovem acusa a polícia pela abordagem que resultou em morte. Já a polícia diz que houve perseguição e troca de tiros com Marcelinho, como era conhecido.

De acordo com a família, Marcelo e a mãe haviam combinado um encontro. No entanto, a mulher desistiu da programação e, através de um aplicativo de mensagem, pediu que o filho fosse para casa. No entanto, quando o jovem seguia na Avenida Maria Quitéria, ele avistou uma blitz policial.

Segundo a família, sem carteira de motorista, o jovem teria estacionado o carro em um estacionamento próximo ao local onde ocorriam as abordagens. Marcelo teria aguardado por cerca de duas horas até o fim blitz.

‘Ele foi perseguido e executado covardemente, além de tentarem sujar a imagem do meu filho porque eu vou lutar com todas as forças para que o nome dele seja limpo. Até hoje não tivemos nenhum posicionamento das autoridades, é um absurdo que está tendo nesse inquérito, uma lentidão, eles foram muito rápidos para executar, está me matando aos poucos, o menino era inocente, eu fico me perguntando como essas pessoas conseguem dormir, um menino que não tem antecedentes criminais, nada que o desaponte, o maior prejuízo já aconteceu e foi irreversível’, lamenta a mãe do jovem.

Com informações do repórter Joaquim Neto


GB - MOSQUITO

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