Sindicato dos Mototaxistas defende regularização da categoria e ordenamento dos pontos de parada

Segue até a próxima segunda-feira (27), o prazo do credenciamento para atuar como mototaxistas. Os interessados vão integrar o Serviço de Transporte Individual Alternativo Complementar de Passageiros (STIAC).

Foto: Jorge Magalhães

Segue até a próxima segunda-feira (27), o prazo do credenciamento para atuar como mototaxistas. Os interessados vão integrar o Serviço de Transporte Individual Alternativo Complementar de Passageiros (STIAC). 

Para concorrer a autorização, o candidato deve ser maior de 21 anos, possuir a Carteira Nacional de Habilitação com categoria “A”, habilitado para conduzir motocicleta há pelo menos dois anos, que não esteja suspensa por infrações ao Código de Trânsito Brasileiro (CTB), além de apresentar os documentos exigidos e realizar curso obrigatório. 

‘Além disso, não é permitido ter algum vínculo empregatício. Fazendo isso, é só procurar o sindicato, se inscrever no curso, participar, e aguardar a secretaria realizar a publicação de chamamento para levar a documentação necessária e realizar o credenciamento, se tornando mototaxista legalizado na cidade. É todo um processo que começa com o curso’, afirma a presidente do Sindicato dos Mototaxistas de Feira de Santana, Uda Barros. 

Mesmo com a disponibilidade de 750 vagas para a categoria, Uda ressalta que há muitos profissionais exercendo a atividade na irregularidade, em Feira. 

‘Ainda é um número pequeno, quando a gente compara com outros municípios, como Santo Antônio de Jesus, que já possui 1000 vagas oferecidas. Temos somente menos de 300 pessoas cadastradas para trabalhar, o que gera uma dificuldade porque é fácil a pessoa trabalhar na ilegalidade, mas muitas vezes o barato sai caro, já que trabalhando legalmente há várias vantagens que a ilegalidade não dá’, pontua. 

A SMTT visa definir os pontos de parada de mototáxi respeitados os limites dos pontos oficiais de ônibus, táxis e vans. 

‘Isso tem sido um gargalho da categoria. Nós tínhamos, no sistema anterior, os pontos de paradas demarcados horizontalmente e verticalmente, mas com o passar do tempo, tudo se desgasta, entrou um novo sistema e houve a necessidade da mudança da demarcação na vertical, colocando somente o sistema rotativo com o número de vagas, gerando uma danificação no nosso ganho, principalmente pelo número de ligeirinho e clandestino’, destaca a presidente do sindicato. 

Com informações do repórter Joaquim Neto 


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