Audiência pública discute estudo do ciclo de vida das espécies aquáticas do Lago Pedra do Cavalo

Na oportunidade, representantes da sociedade civil e entidades relacionadas as secretarias municipais e estaduais do Meio Ambiente estiveram presentes no local para debater o assunto.

Foto: Joaquim Neto/Bom Dia Feira

Uma audiência pública foi realizada, no Teatro da CDL, em Feira de Santana, para discutir sobre o ciclo de vida das espécies aquáticas do Lago Pedra do Cavalo. 

Na oportunidade, representantes da sociedade civil e entidades relacionadas as secretarias municipais e estaduais do Meio Ambiente estiveram presentes no local para debater o assunto. 

A advogada da Associação dos Pescadores de Ipuaçu, Cristine Nascimento, destacou os principais objetivos da ação e necessidade da implantação do estudo. 

‘Nosso principal objetivo é identificar quais são as espécies ali inseridas para que a partir daí a gente possa saber qual o período de reprodução delas que é quando os pescadores precisam receber o seguro defesa que não está sendo disponibilizado. Vai ser possível verificar quais as possibilidades de agressão ou não dessas espécies e a preservação do ambiente aquático’, diz. 

Cristiane pontua que o seguro em questão se trata de um benefício de amparo ao trabalhador. 

‘Esse seguro vai garantir não só o período de reprodução das espécies, como também que os pescadores não fiquem desassistidos nesse período’, diz. 

De acordo com o deputado estadual Angelo Almeida, os investimentos da iniciativa serão definidos gradativamente a medida da viabilização dos projetos. 

‘O que fizemos aqui foi dar o primeiro passo da forma mais simples possível, cuidando dos trabalhadores e pensando no que precisa ser pensado. Estamos querendo viabilizar o recurso, como será custeado, um ponto de partida para despertar isso na cabeça das pessoas’, relata. 

O superintendente de assuntos regulatórios da Embasa, Júlio Mota, analisou o pedido dos pescadores para que a empresa custei os estudos e diz que esta não é a competência legal da empresa. 

‘Nós temos na Bahia, uma empresa chamada Bahia Pesca, estamos falando de pesca, a Embasa cuida de água e esgotamento sanitário, ela não cuida de pesca, de estoque pesqueiro, de gestão de recurso hídrico, quem cuida disso é o Inema. Não estamos nos furtando, mas essa não é a nossa competência legal’, conta. 

Com informações do repórter Joaquim Neto 


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