Dia Mundial de Prevenção ao Afogamento: Professor de natação conscientiza sobre acidentes com água

No Brasil, os afogamentos são a segunda maior causa de morte e a sétima causa de hospitalização por motivos acidentais entre criança com idade de 0 a 14 anos.

Foto: Joaquim Neto/Bom Dia Feira

No Brasil, os afogamentos são a segunda maior causa de morte e a sétima causa de hospitalização por motivos acidentais entre criança com idade de 0 a 14 anos. A Organização das Nações Unidas (ONU) declarou o dia 25 de julho como o Dia Mundial de Prevenção ao Afogamento.

À nossa reportagem, o professor de natação e educador físico, Rodrigo Araújo, alerta que este tema precisa ser discutido com mais frequência já que, com o passar dos anos, os números referentes a esse acidente, só aumentam.

‘Precisamos fazer com que as pessoas se conscientizem da importância de desenvolver o hábito de aprender a se defender no meio líquido com técnicas de natação, de sobrevivência, com técnicas básicas de como proteger uma pessoa na água para diminuir os riscos de afogamento, o maior fator de risco é justamente a falta de conhecimento dessas questões com a natação’, pontua Rodrigo.

De acordo com o professor, diante de um afogamento, há algumas medidas que podem ser tomadas por pessoas próximas.

‘Em caso de piscina, mar, lago, represas, quem não souber nadar e nem tiver técnicas para fazer, deve gritar por socorro, procurar algo que possa ser jogado para quem está se afogando, uma corda, uma boia, um pedaço de madeira, uma toalha extensa, para que você possa tentar puxar essa pessoa, mas nunca adentrar na água. Em caso de banheiras, baldes, bacias, é preciso que a gente evite que esses vasilhames tenham água. Há também a possibilidade de gradear piscinas’, relata.

Por ano, cerca de 5 mil brasileiros morrem afogados, média de um afogamento a cada 93 minutos. 

Com informações do repórter Joaquim Neto

Assista a reportagem:



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