Acusado de matar Marielle é condenado por destruir provas

Justiça afirma que é possível que a submetralhadora utilizada para matar a vereadora em 2018 esteja no fundo do mar.

A Justiça condenou o ex-PM Ronnie Lessa, sua esposa, o cunhado e dois amigos pelo crime de destruição de provas.

Segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), Ronnie, acusado de ser o assassino de Marielle Franco e Anderson Gomes, e os outros quatro condenados jogaram armas no mar da Barra da Tijuca, quase um ano depois da morte da vereadora e do motorista.

A Justiça afirma que é possível que entre as armas despejadas esteja a submetralhadora utilizada para matar Marielle.

Segundo a investigação, as armas foram retiradas de um apartamento de Ronnie Lessa na Taquara dias antes da sua prisão, em 2019. As armas nunca foram encontradas.

Ronnie e os outros envolvidos foram condenados a quatro anos de prisão em regime aberto. Como o ex-PM continua respondendo pelo assassinato, ele segue preso na cadeia de segurança máxima de Mossoró, no Rio Grande do Norte.

Elaine Lessa, mulher de Ronnie, o irmão dela, Bruno, e dois amigos foram presos em outubro de 2019 na Operação Submersus.

Alvos presos:
Ronnie Lessa, preso na Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte;
Elaine Lessa, mulher de Ronnie, que também é dona do apartamento onde as armas estavam;
Márcio Montavano, o Márcio Gordo, teria tirado as caxias de armas de dentro do apartamento de Ronnie e Elaine Lessa;
Bruno Figueiredo, irmão de Elaine, suspeito de ajudar Márcio na execução do plano;
Josinaldo Freitas, o Djaca, teria jogado as armas no mar.


Informações G1

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