Independência do Brasil na Bahia: Sem desfile pelo 2º ano, estado tem ato simbólico

Tradicional e secular desfile dos carros do caboclo e da cabocla, que simbolizam a luta e resistência dos povos, foi cancelado novamente por causa da pandemia. Cortejo da Lapinha ao Campo Grande também foi suspenso.

Foto: Divulgao

Pelo segundo ano consecutivo, por causa da pandemia da Covid-19, Salvador celebra o feriado estadual do 2 de Julho, Dia da Independência do Brasil na Bahia, sem o tradicional e secular desfile dos carros do caboclo e da cabocla, símbolos da luta e resistência dos povos.

Homenagens foram feitas a reconhecidos heróis e heroínas da Independência, como Maria Quitéria, general Labatut, Joana Angélica, Maria Felipa e José Joaquim de Lima e Silva. A solenidade também teve o hasteamento das bandeiras do Brasil, da Bahia, de Salvador e do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IGHB).

O cortejo dos baianos, que sai do bairro da Lapinha ao Campo Grande também foi cancelado, para evitar aglomerações. Com isso, o ato simbólico contou apenas com a presença de autoridades, como o governador Rui Costa e o prefeito Bruno Reis. O acendimento do fogo simbólico também foi feito.

A celebração teve a presença da banda da Polícia Militar e de alguns membros do Batalhão Quebra-Ferro, que tem formação original de 100 homens, que puxam os carros do caboclo e da cabocla durante o percurso do cortejo.


Informações G1

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