Bahia cria mais de 10 mil postos de trabalho em maio; estado é líder de geração no Nordeste

Estado gerou 10.040 postos de trabalho com carteira assinada, resultado que decorre da diferença entre 56.534 admissões e 46.494 desligamentos, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Foto: Seplan

Em maio deste ano, a Bahia gerou 10.040 postos de trabalho com carteira assinada, resultado que decorre da diferença entre 56.534 admissões e 46.494 desligamentos, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Dessa forma, a Bahia liderou a geração de emprego formal no Nordeste no mês.

Os dados, divulgados nesta quinta-feira (1°), com as estatísticas mensais do emprego formal, por meio do Novo Caged, do Ministério da Economia, são sistematizados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento do Estado (Seplan).

“Em abril, já tínhamos criado mais de 9,2 mil empregos e lideramos a geração na região Nordeste. Agora em maio, repetimos o protagonismo e geramos ainda mais emprego. O resultado do Caged demonstra não só a retomada dos postos de trabalho formais, mas também reflete este momento em que nossa economia demonstra sinais de recuperação”, afirma o vice-governador João Leão, secretário do Planejamento.

Apesar do contexto sanitário mundial atípico, o estado ocupou a primeira posição em relação à geração de posições celetistas dentre os estados nordestinos e a sétima dentre os estados brasileiros em maio de 2021. No Nordeste, todos os estados criaram vagas de trabalho. A Bahia ( 10.040 postos) foi acompanhada por Pernambuco ( 7.864 postos), Ceará ( 4.284 postos), Maranhão ( 3.557 postos), Piauí ( 3.359 postos), Paraíba ( 2.908 postos), Alagoas ( 2.725 postos), Rio Grande do Norte ( 2.097 postos) e Sergipe ( 432 postos).

Classificando os setores de atividade econômica em cinco grandes grupos, todos apresentaram saldos positivos em maio de 2021: Serviços ( 3.172 postos), Indústria geral ( 2.968 postos), Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas ( 2.405 postos), Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura ( 780 postos) e Construção ( 715 postos). No grupamento que mais gerou vagas, o de Serviços destacou-se a área de Atividades Administrativas e Serviços Complementares com a criação de 1.136 postos.

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, a Bahia ( 62.384 postos) seguiu a tendência apresentada pela região nordestina ( 124.671 postos) e pelo país ( 1.233.372 postos). O estado ocupou a primeira posição no Nordeste, seguido pelo Ceará ( 23.945 postos). No Brasil, o estado baiano está no sétimo lugar, levando em conta a série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo. A capital do estado também apresentou saldo positivo em maio ( 2.303 postos) e no acumulado do ano ( 14.604 postos).

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