Damares é escolhida para intermediar relação entre governo e Igreja Católica

A pedido de Damares, a CNBB abriu suas portas em Brasília para ouvir explicações sobre projetos do governo

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, assumiu o papel de interlocução do governo federal com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A ministra tenta construir pontes e diminuir conflitos que marcam a relação do presidente com os católicos. Na última quarta-feira (19), Damares participou de um encontro com a cúpula da CNBB, da qual saiu afirmando: Ai da política se não fosse a Igreja".

Os conflitos entre o presidente Jair Bolsonaro e a CNBB são resquícios da campanha eleitoral em 2018 quando o então candidato gravou um vídeo em que afirmava que a entidade era a parte podre da Igreja Católica. 

A pedido de Damares, a CNBB abriu suas portas em Brasília para ouvir explicações sobre projetos do governo. A ministra fez acenos de parceria em ações sociais para crianças, jovens e idosos e afirmou aos bispos que há católicos entre seus principais assessores. Saiu de lá com o texto da Campanha da Fraternidade e um convite para participar do lançamento, na próxima quarta-feira. Um compromisso na Organização das Nações Unidas (ONU) em Genebra, porém, impedirá a sua presença.


Informações Bahia Notícias

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