Meio Ambiente pretende atualizar estudo sobre qualidade do ar em Feira de Santana

Se for constado irregularidade, secretário garante que providências serão tomadas

Sara Silva

Arcênio Oliveira, secretário de Meio Ambiente afirmou que, próximo a completar 5 anos, a pasta prevê para 2019 atualização dos índices de poluição atmosféricas de Feira de Santana. A última medição foi em 2014, quando o ar da cidade foi diagnosticado como regular. 

"Pretendemos fazer uma nova medição da qualidade do ar tanto na zona rural quanto  na zona urbana central, que tem gases provenientes de automóveis, na região do centro  industrial, tanto na BR 324 quanto no centro industrial do Tomba, monitorando as algumas regiões como Feira X e Jardim Cruzeiro", especificou o secretário.

A intenção é que nesse início de ano o processo seja iniciado. "Nós temos que fazer um convite ou fazer uma licitação para que a empresa tenha disponibilidade para participar e, ganhando a concorrência sejam iniciados os trabalhos. De início, na Bahia temos somente a Cetrel - Tratamento de Efluentes Líquidos e Resíduos Industriais, não sei se seria por um convênio então nós vamos ver como foi feito da outra vez para que a gente possa tomar o mesmo caminho", explicou. 

Ações serão realizadas se após a medição for detectado que a qualidade do ar está em níveis que a população possa estar sujeita a algum tipo de transtorno. Logicamente se houver essa condição a gente vai fazer a identificação da fonte poluidora para que a gente possa adotar medidas que a lei determina", pontuou.

Acaso sejam constatados riscos, o primeiro procedimento é uma advertência com prazo determinado para regularização. "Se for uma frota de veículos compete fazer uma parceria com a Secretaria de Transito para que uma vistoria seja feita e, da mesma forma, fazer advertência e os proprietários das empresas terão prazo para eliminar a fonte de poluição".

Nascentes

Outra ação realizada, com início em 2018 e em parceria com a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) é o monitoramento e análise das águas das nascentes de Feira de Santana para ver a condição que estavam porque muitas pessoas no entorno utilizam essa água para tomar banho e as vezes até para beber. "Para nossa surpresa só duas deram um nível baixo de poluição, mas as outras estão em condições", disse Arcênio. 

A pretensão é continuar o monitoramento anualmente ou semestralmente, a depender do que determine a lei. 

Informações de Joaquim Neto

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