
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 47% das intenções de voto em um eventual segundo turno, contra 43% do senador Flávio Bolsonaro (PL), de acordo com pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira, 21. Os eleitores que votam em branco ou nulo ou não querem escolher nenhum candidato são 9%. Os que não sabem são 2%.
No levantamento anterior, Lula aparecia com 48% das intenções de voto, contra 43% de Flávio Bolsonaro.
Outros três cenários foram simulados. No de Lula com Ronaldo Caiado, o presidente venceria por 47% a 40%. Contra Romeu Zema, o petista teria 48% a 38% e, contra Renan Santos, 47% a 37%.
Foram testados também dois cenários de primeiro turno, um com a presença de Pablo Marçal (PRTB), que está inelegível até 2032 e proibido de fazer campanha pelo TSE, e outro com a presença do ex-coach, que registrou a candidatura e ainda tenta viabilizá-la.
No cenário sem Marçal, segundo a pesquisa estimulada – quando o nome dos candidatos é apresentado ao eleitor -, Lula teria 39% no primeiro turno. Já Flávio Bolsonaro somaria 33%.
No levantamento anterior de primeiro turno, Lula tinha 40% e Flávio Bolsonaro somava 32%. Contudo, os cenários não são comparáveis, pois havia menos candidatos na lista dos cotados para concorrer.
Já no cenário com Marçal disputando, Lula teria 39% no primeiro turno. Já Flávio Bolsonaro somaria 32%. O ex-coach aparece com 2%.
Cenário com Pablo Marçal (PRTB), que está inelegível, mas registrou candidatura
Lula (PT): 39%
Flávio Bolsonaro (PL) : 32%
Ronaldo Caiado (PSD): 5%
Renan Santos (Missão): 4%
Romeu Zema (Novo): 3%
Pablo Marçal (PRTB): 2%
Escritor Augusto Cury (Avante): 2%
Samara Matins (UP): 1%
Rui Costa Pimenta (PCO): 1%
Wilson Grassi (Democrata): 1%
Edmilson Costa (PCB): 1%
Clariana Barão (DC): 0%
Hertz Dias (PSTU): 0%
Em branco, nulo ou nenhum: 7%
Não sabe: 4
O Datafolha realizou 2.058 entrevistas presenciais em pontos de fluxo, entre os dias 18 e 20 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo jornal Folha de S. Paulo e pelo grupo Globo e foi registrado no TSE sob o protocolo BR-04496/2026.
Com informações do Estadão






