Psicóloga da União Médica orienta sobre como lidar com o estresse emocional no fim de ano

Reginaldo JúniorSaúde e Bem-EstarCapa4 meses atrás90 Pontos de vista

O mês de dezembro costuma trazer uma mistura de sentimentos. Entre festas, balanços pessoais e metas não cumpridas, muitas pessoas relatam sintomas de ansiedade, irritabilidade e cansaço. O conjunto dessas sensações tem sido popularmente chamado de “dezembrite”. Para a psicóloga Daniele Pinto, credenciada à rede União Médica, o termo pode até soar leve ou bem-humorado, mas merece atenção.

“É um período em que percebemos uma frequência maior de pessoas emocionalmente abaladas. O fim do ano traz muitas reflexões, comparações e cobranças internas. É comum as pessoas se sentirem mais angustiadas ou desanimadas com aquilo que acreditam não ter feito ou alcançado”, explica a profissional.

Segundo ela, embora não seja uma condição médica formal, a dezembrite evidencia o impacto do esgotamento emocional típico dessa época. O acúmulo de compromissos, a pressão por resultados e a sobrecarga de atividades sociais criam um cenário propício para o desequilíbrio entre corpo e mente.

Entretanto, Daniele propõe um novo olhar sobre esse momento. Em vez de enxergar o mês como sinônimo de autocobrança, ela sugere que dezembro seja também um convite à reflexão amorosa. “A gente pode ressignificar a forma como olhamos para o nosso ano. Ao invés de focar apenas no que não conseguimos, é importante reconhecer tudo o que fizemos, o quanto nos cuidamos e o que conseguimos enfrentar. Esse olhar mais acolhedor pode ser muito transformador”, orienta.

A psicóloga destaca ainda que muitas vezes o sofrimento emocional vem da comparação com padrões irreais. “Cada pessoa tem seu tempo e sua história. Por isso, é importante acolher as próprias vivências e respeitar os próprios limites, sem se cobrar por aquilo que não deu conta.”

Para amenizar os efeitos da dezembrite, a especialista recomenda práticas simples: manter uma rotina saudável de sono, respeitar os limites do corpo, reduzir os compromissos quando possível e, principalmente, buscar ajuda profissional caso os sintomas persistam. “O cuidado com a saúde mental não deve ser pontual, mas contínuo. E esse cuidado inclui também reconhecer quando precisamos de apoio.”

A União Médica oferece atendimento psicológico e psiquiátrico, com profissionais preparados para acolher quem enfrenta momentos de sobrecarga emocional. O agendamento pode ser feito com praticidade por meio dos canais oficiais da instituição.

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