
O governo dos Estados Unidos aplicou, nesta quarta-feira (30), a lei Magnitsky contra o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. A sanção, que é utilizada para punir estrangeiros, foi divulgada pelo Escritório de Controles de Ativos Estrangeiros do Tesouro dos EUA.
Segundo o secretário do Tesouro, Scott Bessent, Moraes assumiu um papel de juiz e júri em uma caça às bruxas ilegal contra cidadãos e empresas brasileiras e americanas.
“Moraes é responsável por uma campanha opressiva de censura, detenções arbitrárias que violam os direitos humanos e processos politizados — inclusive contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. A ação de hoje deixa claro que o Tesouro continuará a responsabilizar aqueles que ameaçam os interesses dos EUA e as liberdades de nossos cidadãos”, acrescentou.
Pelas redes sociais, o deputado federal Eduardo Bolsonaro comemorou as sanções aplicadas ao ministro e disse “O mundo está olhando para o Brasil […] É um marco histórico e um alerta: abusos de autoridade agora têm consequências globais”.
Já o ministro Flávio Dino saiu em defesa do colega no STF e afirmou que Moraes estava apenas cumprindo com o seu trabalho, de modo honesto e dedicado. “As suas decisões são julgadas e confirmadas pelo COLEGIADO competente (Plenário ou 1ª Turma do STF). Lembro a Bíblia: ISAÍAS 32, ‘…o homem nobre faz planos nobres, e graças aos seus feitos nobres permanece FIRME”.
Com a decisão, Alexandre de Moraes sofrerá punições econômicas severas, conforme previsto na lei aprovada em 2012 pelo governo de Barack Obama.
Com informações da Band





