Estudante é enforcada por outra durante briga dentro de escola estadual em Salvador

Reginaldo JúniorMunicípios1 ano atrás66 Pontos de vista

Uma estudante de 15 anos foi enforcada por outra durante uma briga, dentro de uma escola estadual, no bairro do Imbuí, em Salvador, na segunda-feira (16). O caso aconteceu na Colégio Estadual Rômulo de Almeida.

Em imagens registradas por outras pessoas que estavam no corredor da escola, é possível ver o momento em que as duas alunas discutem e uma delas parte para cima da outra. A menina empurra, enforca e diz xingamentos contra a outra estudante.

Segundo relato da mãe da estudante que foi agredida, não havia motivação para as agressões e a filha não reagiu às ameaças e insultos. Mesmo assim, ela sofreu os ataques.

Por meio de nota, a Secretaria de Educação do Estado (SEC-BA), informou que a direção da escola convocou as famílias das duas estudantes para definição de medidas educativas a serem adotadas. Nesta terça-feira, a pasta disse que vai fazer uma ação pedagógica na unidade, com prevenção ao bulliyng e combate a todo tipo de violência, preconceito e discriminação.

Procurada, a Polícia Civil pediu para entrar em contato com a assessoria da Secretaria de Educação.

Nos últimos dias, outro caso de agressão foi registrado em uma escola estadual de Salvador. A mãe de uma aluna bateu no diretor da instituição com dois socos. Por causa disso, as aulas foram suspensas no Colégio Estadual Nôemia Rêgo, no bairro de Valéria, na sexta-feira (13).

Conforme a Secretaria de Educação do Estado (SEC), a previsão era de que as aulas fossem retomadas nesta segunda-feira (16), o que não aconteceu.

O Colégio Estadual Noêmia Rêgo é considerado o maior da região, possui catraca eletrônica para acesso dos alunos e tem 2 mil estudantes. Uma base móvel da Polícia Militar fica instalada na frente da escola e oferece segurança aos funcionários, alunos e moradores. Apesar disso, o equipamento não foi suficiente para impedir a agressão.

De acordo com informações da diretoria, na quarta-feira (11), a filha da suspeita de cometer a agressão levou suspensão após usar o extintor de incêndio da escola sem autorização. A adolescente então rasgou o documento que formalizava a punição na frente do diretor e afirmou que a mãe iria no colégio “resolver” a situação.

Na quinta-feira (12), a mulher, que não teve a identidade revelada, foi ao colégio para entender o motivo da suspensão. Durante a conversa com o diretor, ela entendeu que a medida foi injusta, xingou o educador e cometeu as agressões físicas.

Os policiais militares da base móvel foram acionados, acolheram o educador e conduziram a mãe da aluna para a delegacia de Valéria, onde foi ouvida e liberada.

Segundo a Polícia Civil, o caso foi registrado como ameaça. Em nota, a Secretaria de Educação informou que tem prestado assistência ao diretor da unidade de ensino.

Informações G1

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