Balanço do último vestibular da UEFS; O que muda e o que permanece com o SISU?

UEFS adotará o ENEM a partir do próximo ano.

Foto: Joaquim Neto

A Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) realizou neste domingo (10) o último vestibular da universidade, que passará a utilizar o Sistema de Seleção Unificada (SISU), a partir do próximo ano. No último prosel, estudantes de todo o Brasil participaram das provas.

A prova foi realizada no dia 10 de junho. Os resultados serão divulgados até o final deste mês. O concorrente Elvis avalia a prova de “despedida” da UEFS como um certame difícil.

“Uma prova muito complicada com uma redação de um tema muito polêmica que exige uma argumentação de tese muito boa, o aluno tem que está preparado”, disse o estudante.

A pró-reitora de graduação, Amali Luci, faz o balanço do vestibular 2018.2.

“Foi o último vestibular, mas não a última forma de ingresso. O resultado foi positivo sem nenhuma interferência em todos os locais de aplicação, transcorreu tudo tranquilo”, explicou.

O Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) é uma ferramenta que ajuda na seleção de candidatos a ingressar no ensino superior e ter acesso a instituições públicas do governo. Com o SISU, alunos de todo o Brasil poderão concorrer a vagas na instituição de ensino, na cidade.

O que muda?

Com o SISU, o aluno não fará mais a prova nas escolas municipais, mas a realizará em sua própria cidade de inscrição. Caso o candidato seja proveniente de escola pública, terá isenção da taxa. Com o ENEM, o mesmo poderá concorrer a entradas em mais de uma universidade a depender da pontuação alcançada pelo estudante.

O que permanece?

As cotas permanecem inalteradas.

Concorrência

Um estudo analisado pela UEFS revela que não haverá mudança no perfil dos estudantes, continuará a prevalência dos alunos baianos. Ainda de acordo com a pesquisa, não haverá sobra de vagas no preenchimento dos cursos. Entre os mais procurados pelos concorrentes, o curso de Medicina é o mais requisitado, seguido por Direito, Engenharia e Odontologia.

Com informações do repórter Joaquim Neto

 

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