Morte de macaco em Salvador faz órgãos investigam se animal tinha vírus da raiva ou da febre amarela

Primata foi encontrado por morador da Mansão do Caminho, dentro da comunidade, no bairro de Pau da Lima, em Salvador. Amostras serão analisadas no Zoonoses, na capital baiana, e na Fiocruz, no Rio de Janeiro.

SMS/ Divulgação

Um macaco morreu, na terça-feira (9), em Salvador, após ser encontrado debilitado dentro da comunidade espírita Mansão do Caminho, no bairro de Pau da Lima. Este é o primeiro caso de 2018. Órgãos de saúde investigam se animal era portador dos vírus da raiva ou da febre amarela. As informações foram divulgadas ao G1, nesta quarta-feira (10), pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

De acordo com a SMS, o macaco morreu no Centro de Controle de Zoonoses da capital baiana, depois que foi socorrido e levado para lá por um morador da comunidade. Amostras do corpo do macaco serão analisadas no Zoonoses e na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro. O prazo para a conclusão dos exames não foi detalhado.

Ainda segundo a SMS, não há registro de raiva em animais, em Salvador, há mais de cinco anos. Já em caso de febre amarela, houve registros de contaminação no ano passado, quando macacos foram encontrados mortos pela doença na cidade.

A SMS orienta que não se deve manter contato com animais debilitados que possam estar contaminados. O recomendado é que o cidadão acione o Zoonoses, pelo telefone: (71) 3611-7354, de segunda a sexta-feira. Aos sábados e domingos, a orientação é de que a Guarda Civil Municipal seja acionada, no (71) 3202-5312.

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