Menina de 15 anos é violada e assassinada por brasileiros na Argentina

Há seis presos pelo crime: cinco homens e uma mulher, todos brasileiros.

Foto: Reprodução

Uma garota de 15 anos foi encontrada assassinada e com sinais de ter sido vítima de abuso sexual e com seu bebê de seis meses de idade ao lado, em uma pensão na cidade de Corrientes. Há seis presos pelo crime: cinco homens e uma mulher, todos brasileiros.

"A menina foi encontrada no quarto por sua irmã mais nova, nua, com sinais visíveis de abuso, sangrando em suas partes privadas", disse o comissário Sergio Aguilar, do Departamento de Relações Institucionais da polícia provincial, na agência de notícias Telam.

Ele acrescentou que os resultados da autópsia que revelarão as causas da morte de Irina Diana López, que tinha 15 anos e no dia 31 deste mês tinham 16 anos, são esperados.

Aguilar explicou que entre os detidos não é pai do bebê Irina, porque seria localizado em outra província. O chefe da polícia disse que no bairro de San Marcos, onde o crime foi descoberto no dia anterior, "não foram encontradas armas ou drogas na área", embora o consumo de narcóticos relacionados ao caso não seja descartado.

Finalmente, Aguilar disse que "o grau de participação no fato dos detidos ainda não foi determinado".

O corpo do adolescente foi encontrado antes de ontem. Naquele dia, à tarde, Irina discutiu com um dos membros de um grupo de jovens que consumiam bebidas alcoólicas no canto do arrendamento. A menina, de acordo com fontes da polícia, foi ao quarto que o suspeito alugou na casa de embarque. Ali, acreditam os pesquisadores, a criança foi estuprada por esse grupo de homens.

Griselda López, mãe da vítima, pediu ontem a "justiça" para a filha e apontou o crime para "o brasileiro", embora não tenha dado mais informações sobre a identidade de quem considera o autor do feminicídio.

A mulher disse a Radio Dos, de Corrientes, que no momento do assassinato estava lavando roupas em outra parte da pensão e que sua filha mais nova encontrou Irina "mentir, nua e ensanguentada".

"Peço justiça e que não sai mais, ele a matou", disse Griselda López, referindo-se ao "brasileiro".

No caso, intervém o procurador da Instrução nº 5, Graciela Fernández Contarde.

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