A caverna da Tailândia e as profundezas do Brasil

"Estamos vivendo um caos no judiciário. Nunca vimos um judiciário tão comprometido, não as causas nobres em defesa dos menos favorecidos, mas sim com questões profundas de interesse próprios, a partidarização tomou conta da justiça começando pelo STF, ond

O mundo acompanha com grande expectativa, torcendo, orando e rezando, mesmo estando há milhares de quilômetros de distância e mesmo sem conhecê-los a situação dos 12 garotos e seu técnico presos na caverna Tham Luang na Tailândia.

A situação é mesma aflitiva para todos nós, mas principalmente para os garotos, técnico e seus familiares. Esse fato nos remente ao ano de 2010, na mina San José, no Chile, onde 33 profissionais que trabalhavam com minérios ficaram presos por mais de 90 dias até serem resgatados todos com vida.

Deixando um pouco de lado a caverna na Tailândia e buraco do Chile, eu pergunto quem vai nos tirar do profundo buraco que vivemos no Brasil?

O nosso país cada dia mais caminha a passos largos para as profundezas da injustiça, corrupção, desigualdade, civilização, educação e saúde, que sejam prioridade dos governantes, a segurança pública é uma lastima.

Estamos vivendo um caos no judiciário. Nunca vimos um judiciário tão comprometido, não as causas nobres em defesa dos menos favorecidos, mas sim com questões profundas de interesse próprios, a partidarização tomou conta da justiça começando pelo STF, onde um toma uma decisão hoje o outro desfaz amanhã.

Estamos vivendo o período pré-eleitoral, as campanhas já estão ganhando corpo, mas não vemos candidatos que nos tirem ou nos resgatem dessa caverna que vivemos há dezenas. centenas ou milhares de anos.

Não surgem mergulhadores ou salvadores capazes de nos salvar, vemos e vivemos cada vez mais no buraco em profunda escuridão eles nos jogam cada vez mais lama e destroços em nossas cabeças enquanto eles engordam o bolso e pança em nossas custas.

Confesso que não acredito e não tenho esperança de dias melhoras com essa gente no poder são todos iguais, são banana do mesmo cacho. farinha do mesmo saco, tiram ou mudam-se as coleiras, mas as práticas são as mesmas.

Espero e tenho esperança em Deus que esse sim resolverá os nossos problemas.


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